terça-feira, 13 de março de 2012

Falta.

Ainda é e sempre vai ser você. Não quero que isso mude e reconheço o tamanho da minha burrice por pensar assim. Saber que tudo isso é um erro e persistir nele… A verdade é que eu não sei substituí-lo, e quando você sorri pra mim, eu sinto como se isso fosse impossível. Às vezes, quando olho rapidamente em teus olhos, enxergo a mesma saudade que os meus carregam; porém, não posso dizer que estou certa disso, afinal, é como dizem: o amor é cego e eu não sou capaz de enxergar nada além da doçura do teu olhar. Ontem seria nosso aniversário de quatro meses se estivéssemos juntos e você provavelmente não faz ideia disso. Felizmente ou não, você também não faz ideia de quantas vezes pensei em te procurar. Você não sabe porque enquanto eu passo a maior parte do tempo pensando em você, provavelmente nem sequer cinco minutos do seu são ocupados pelo meu nome. Toda vez que pego o meu celular, o faço inutilmente esperando que o aviso de uma mensagem sua esteja lá sabendo que você não tem vontade de mandar. Se eu ganho um sorriso teu, ganho também o dia e você deve achar engraçado caso perceba o controle que (ainda) possui sobre mim, não importa o quanto eu tente ignorar esse fato. E tento suprir a vontade de ir atrás de você escrevendo-te coisas que eu sei que nunca chegarão até você. Você não vai voltar, e eu não vou deixar de ser tua, esperando que alguma partícula tua ainda me pertença e sinta a minha falta.

Nenhum comentário:

Postar um comentário