quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Lembro.

Ultimamente anda sendo assim: Eu acordo, procuro desviar o pensamento toda vez que você aparece nele, me divirto e vou dormir com aquela sensação maravilhosa e única de ir dormir feliz. Até que eu fecho os olhos e você me vem à mente, com uma força inexplicável que mantém você nela e não me deixa evitar que isso aconteça. E aí eu lembro. Lembro do primeiro dia que eu te vi. Lembro de como minha vida era triste antes de você aparecer nela e lembro de como ela era absolutamente feliz e leve até você resolver sair dela. Lembro da primeira vez que você me disse “você é linda!” e lembro de como essa foi também a primeira vez que eu me senti verdadeiramente assim simplesmente porque foi você quem tinha falado. Lembro daquela vez em que eu te abracei e na hora em que eu ia sair do abraço você sussurrou no meu ouvido “fica só mais um pouquinho” e eu senti vontade de passar o resto da minha vida lá. Lembro de como você entrelaçava seus dedos nos meus não querendo soltar e lembro de como eu não queria que você soltasse. Enfim, lembro. Lembro de tudo. E lembrar dói. Mas, sabe, ser sua já parou de doer faz tempo. O que dói é não receber um sorriso seu. O que dói é te ver distante. O que dói é sentir sua falta. Mas ser sua, não… Ser sua não dói mais. Não dói mais porque finalmente entendi que com isso eu posso e sei lidar; pena que não é bem assim com o fato de você não ser meu.

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